terça-feira, 28 de junho de 2011

A casa caiu

Estou branco
O riso manco
A voz trêmula
Lembrança doce
Realidade, antes fosse
A essa dor em fina flâmula
Pisada seca, oscilante, de salto
Vibrante, entretanto, não mais alto
Qu’estas batidas quiçá de carro e asfalto
Mas não, é deste coração assalto
Que lhe esperou em bom som
Em tom de deveras odiar
Em dom de amar
Seus vermelhos
Boca e sangue.

7 comentários:

  1. Você sabe que esse seu dom é invejável, não sabe?

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  2. Tom, meu caro

    Sinceramente, muito bonito mesmo!
    Parabéns pela forma singela e ao mesmo tempo completa de escrever, de modo que o prumo da poesia não se faz perdido.

    Abraço
    Elon Barbosa.

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  3. Ah, muito obrigado! Linne, Vanessa e Elon, vocês é que são invejáveis...
    Só uma dúvida, vocês entenderam que o formato do texto é uma "casa caída"? Rs

    Abraços.

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  4. ELON DIZ:

    Agora que vim perceber!

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  5. Invejável e muito! Adoro seu Blog Tom *-*

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  6. Hahaha esqueci de me identificar.

    ASS.: Thiago Estrela

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