quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A depender de mim

"[...]Se a alma finca pé, os medos somem
Menino, nunca deixe que te domem!
Mau pai dizia: o verdadeiro homem
Sabe o que quer, ainda que não queira;
Besteira é não seguir o coração.

Deste momento até a eternidade,
Eu levo entre mentiras e trapaças
Besta felicidade, frágil farsa
Do que preciso: riso, preces e paixão."

(Zeca Baleiro)

terça-feira, 28 de junho de 2011

A casa caiu

Estou branco
O riso manco
A voz trêmula
Lembrança doce
Realidade, antes fosse
A essa dor em fina flâmula
Pisada seca, oscilante, de salto
Vibrante, entretanto, não mais alto
Qu’estas batidas quiçá de carro e asfalto
Mas não, é deste coração assalto
Que lhe esperou em bom som
Em tom de deveras odiar
Em dom de amar
Seus vermelhos
Boca e sangue.

domingo, 19 de junho de 2011

Trago um cesto de alegrias de quintal

Normalmente não indico músicas-marketing, o hit do CD, single, ou algo do tipo. Essas canções são ótimas para o artista, que vende e populariza sua obra, mas penso que também o limita e o rotula.
Palco - Gilberto Gil, regravada por Djavan - não chega a tanto, porém, sua notoriedade não a deixa ser uma jóia encoberta pela poeira dos LP's. Mesmo assim, a doçura de sua melodia, o encaixe de sua letra e a harmonia dos arranjos a faz típica daquelas que a gente ouve do começo ao fim e, numa breve análise do escutado, apenas clica novamente no Play.

sábado, 18 de junho de 2011

Herança de Gonzaga

São como fantasias carnavalescas, as bandeirolas nordestinas. Coloridas, inauguram a eminente alegria de voltar à terra: sentimento tão doce quanto a canjica, o bolo de milho e o pé-de-moleque, sensação que não precisa de quentões, licores e caipiroscas para sublevar-se. A festa junina, fria e acolhedora, trás à memória as raízes de um povo e sua afável simplicidade; trás à memória uma família que se senta à mesa, aos risos, para jantar pamonha com queijo coalho e café com leite. O choro da sanfona - que é meu também - marca o ritmo desse constante baião de dois: a saudade de casa e eu. 

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Coincidências e confirmações

“[...]Alguma palavra, aquelas canções
O mundo assim parece tão pequeno
E eu continuo tendo visões.

Eu
Penso
Em
Você. “

(Kid Abelha)

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Declarações de mesa



Sinuosas são as curvas deste corpo que a protege, minha negra deliciosa. Companheira libertina e barata das madrugadas ilusoriamente frias, tens o doce assaz aprazível; teu forte é outro, outrossim. É o amargo viciante do teu âmago derradeiro, fim-de-gozo, restos de prazer. Engulo-lhe n’uma incandescente lascívia, fonte de petróleo viscoso e jorrante que sustenta minha sociedade. Queima agora todo este músculo palativo que suga e penetra tuas vísceras, deleitosa preta que é puro fogo, calor e suor. Só não vá embora agora que te provei quatro vezes seguidas: deixe-me lhe apreciar mais uma vez, querida xícara de café.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Deletérias tentativas anti-saudosistas

Mais um estudante universitário, de direito, fora de casa. Mais uma sessão terapêutica textual pseudo-eficiente sobre as dificuldades. Mais um texto sobre a saudade. O genérico habitual se expressa nestas “mal traçadas linhas”, expandindo ao ponto de anular quaisquer características alternativas neste “tubo infecto de elétrons” cibernético personalizado, antes tão aparentemente originais. Mas o que realmente importa?
Queria eu transcender à realidade toda a teoria do desapego infanto-material, ignorando a existência de algumas paredes verdes no interior baiano, riscadas aleatoriamente e coladas tatuagens de chiclete por um menino branco e loiro, deveras preocupado com pão-de-mel e desenhos animados que não fossem japoneses. Não antes de apagar da memória qualquer resquício de um tanque velho que virou piscina quando recebeu azulejos brancos e azuis, mas sempre sob a sombra de uma mangueira com raras mangas, num quintal mais imponente que a casa.
Queria eu, sem a menor culpa, esquecer a necessidade dos bons dias e boas tardes, tão forçadamente naturais, dados a todos os meus conhecidos, amigos, conhecidos dos amigos e amigos dos conhecidos que cruzavam o longo percurso - que deveria ser uma bonita praça – de terra vermelha, algarobas, amendoeiras e pardais até a escola ou a loja de meu pai.
Ah, meu pai. Nessas três letras, tão conceitualmente entrelaçadas às outras maternas também três, encerram aqui tão deletérias tentativas de irreconhecer o passado. Pois tornam-se inúteis as páginas escritas sem ambas as palavras que me deram a vida, e a chamam para si. Pai e mãe; a mínima pronúncia inerte dos vocábulos já me desiste da idéia antiquada do desapego infanto-material. De onde diabos eu tirei isso?! Há materiais muito mais providos de sentimentalismo que certos indivíduos, porque contam uma história somente pela própria existência. Objetos que cercam dezoito anos de convivência familiar.
 Convenço-me, agora: esquecer não remedia a dor da ausência. 

Abrigo literário

Por Vanesa Ísis


Embora pareça de ferro, meu coração, assim como o do José Saramago, é de carne. E sangra todos os dias. Esconder os sentimentos a qualquer preço é algo que pode, verdadeiramente, transformar qualquer um num poço de solidão. Solidão esta que não dura cem anos, como a do García Marquez, mas que possui o dobro da intensidade da tristeza da Clarice Lispector. Buscando esconder atrás de armaduras inspiradas nas do Caio Fernando Abreu, por vezes me vejo tão perdida quanto a Sylvia Plath. Escondendo-me por trás dos livros do Machado de Assis, tenho a certeza que nunca vou viver uma aventura à lá Agatha Cristhie ou salvar o mundo como todos os personagens - sempre tão iguais e previsíveis - do Dan Brown. Augusto Cury não me cura, sou como o Zeca Baleiro: não suporto livros de auto-ajuda. Mas quem vem me ajudar e me dar o seu bem? Ninguém. Não tenho vocação para romances Sheakespereanos, ninguém morreria por mim. E digo isso com a mesma convicção da Ana Cristina César, que acabou tão covarde no seu ato de coragem.  Essa interligação ficou visível para mim desde que uma amiga me comunicou que eu nasci com um defeito de fábrica: uma gramática ou outro livro qualquer no lugar do coração. A única coisa que eu não podia supor era que uma gramática poderia guardar nas entrelinhas tanto desespero e vontade de sumir.



Brisas quentes, ventos frios
http://vanessaisisg.blogspot.com/

domingo, 22 de maio de 2011

Pra ver as meninas, Marisa Monte

"Quem sabe de tudo, não fale
Quem não sabe nada, se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito, eu vou fazer
Um samba sobre o infinito."

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Alienação trabalhista conforme Karl Marx

Segundo o dicionário Priberam da Língua Portuguesa, o significado do termo ‘alienação’ corresponde ao ato ou efeito de alienar; cessão de bens, arroubamento de espírito. Este termo, que é herdado dos pensamentos de Hegel¹ e Feuerbach², é abordado por Karl Marx nas questões trabalhistas operárias.
O capitalismo, segundo Marx em Os Manuscritos Econômico-Filosóficos, de 1844, não é um conjunto de maquinarias, posses e aparelhamentos; trata-se do agrupamento de relações sociais constituídas na compra e na venda da força do trabalho. Nestas inclusões, o próprio trabalhador torna-se uma mercadoria.
Apontando a alienação do trabalho como principal fato econômico de sua época, como também mãe de todos os tipos de alienações, Karl Marx introduz a sua análise a partir dessa questão:

O trabalhador torna-se tanto mais pobre quanto mais riqueza produz, quanto mais a sua produção aumenta em poder e extensão. O trabalhador torna-se uma mercadoria tanto mais barata, quanto maior número de bens produz. Com a valorização do mundo das coisas, aumenta em proporção direta a desvalorização do mundo dos homens. (MARX, 2001)

Desta maneira, o sistema capitalista produz a dita alienação no operário no momento em que ele próprio produz a mercadoria. Há, então, uma relação contraditória, entre o trabalhador e o produto de seu trabalho, entre o trabalhador e o modo em que é feita a produção; pois, ao fabricá-la, a mercadoria se torna um produto independente de seu fabricante, ganhando vida própria, enquanto o operário se torna apenas um objeto do mercado. “O trabalhador põe a sua vida no objeto; porém agora ele já não lhe pertence, mas sim ao objeto. Assim, quanto maior é o produto, mais ele fica diminuído” (MARX, p. 112).
Na medida em que se passam os dias de trabalho, cada vez mais o trabalhador afasta-se de si mesmo e dos outros semelhantes, numa alienação de sua própria vida e ao ambiente em que vive, ao se tornar instrumento para a riqueza de outrem. “A propriedade privada tornou-nos estúpidos e parciais, alienando todos os nossos sentidos, na busca do ter” (MARX, 2001).
Era perceptível a defasagem entre as vantagens que os operários deveriam ter diante de sua produção, e as que (não) tinham na realidade. Deste modo, Karl Marx explicita em sua obra a condução de um modelo econômico que começava a ser questionado em função de suas contradições, como a má distribuição de riquezas, estratificação social e, principalmente, o processo de alienação dos trabalhadores.












___________________
¹   Georg Wilhelm Friedrich Hegel, filósofo alemão da totalidade, do saber absoluto, do fim da história, da dedução de toda a realidade a partir do conceito.
²   Ludwig Andreas Feuerbach, filósofo alemão reconhecido pela teologia humanista e pela influência que o seu pensamento exerce sobre Karl Marx.



REFERÊNCIAS

DA SILVA, João Carlos. Educação e alienação em Marx: Contribuições teórico-metodológicas para pensar a história da educação. Campinas: Unioeste, 2005.

DUCLÓS, Miguel. A maturação do pensamento de Marx. Artigo para o curso de Filosofia, USP.

MARX, Karl. Manuscritos econômico-filosóficos.Tradução de Alex Marins. São Paulo: Martin Claret, 2001.(A obra prima de cada autor).

PINTO, Carlos Ignácio. O trabalho em Marx. Artigo para o curso de História, USP.

domingo, 8 de maio de 2011

Sociedade, educação e tecnologia no setor de biocombustíveis

Nas últimas décadas, os cientistas do mundo inteiro buscaram alternativas de como suprir a demanda mundial de combustíveis sem poluir ao nível dos comburentes fósseis, que são esgotáveis e custosos. A partir de então, os biocombustíveis – fonte de energia renovável derivada de matéria orgânica, principalmente de plantas oleaginosas – ganharam destaque no cenário mundial.
No Brasil, há dois tipos de biocombustíveis que vêm se destacando entre os demais: o etanol e o biodiesel. O primeiro, promovido por programas do Governo Federal, a exemplo do Pró-Álcool a partir de 1975, é obtido em grande escala através da cana-de-açúcar. Apesar de também ser produzido pelos Estados Unidos, cuja matéria prima utilizada é o milho, a tecnologia brasileira no processo é mais avançada, pois a relação custo-benefício de energia é muito mais proveitosa. As desvantagens ficam por conta do aspecto social e ambiental, tendo em vista o desgaste do solo na superprodução de uma lavoura que não tem por objetivo a alimentação da população.
O biodiesel, empregado no Brasil em conjunto com combustíveis fósseis, pode ser refinado e comercializado somente mediante autorização da Agência Nacional do Petróleo (ANP). Produzido a partir de óleos de vegetais, tais como soja, mamona, amendoim e girassol, o biodiesel vem sendo objeto de inclusão econômica e social nas diversas áreas do país, favorecendo o plantio de determinado vegetal propício a cada local geográfico. No campo educacional, pesquisadores paranaenses propuseram o Projeto Piloto, que já está sendo posto em prática gradativamente; trata-se da utilização de biodiesel na frota de ônibus coletivo da capital, Curitiba.
Considera-se, portanto, de fundamental importância o biocombustível – em especial o biodiesel e o etanol – na atual conjuntura social, educacional e tecnológica do Brasil, consagrando o país como liderança na produção mundial do “combustível verde”. 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Enfim, morre Osama.

... Será?















O corpo ainda teria sido jogado ao mar, de acordo com o costume islâmico.
Estados Unidos, sempre respeitando a cultura alheia.

domingo, 1 de maio de 2011

Persuasão

Para uns técnica; para outros, arte. Trata-se da utilização de recursos a fim de convencer a terceiros através da indução ou até mesmo da coerção.



Simples assim.

sábado, 30 de abril de 2011

terça-feira, 26 de abril de 2011

Renovo-ação



Os novos ares inspiram; respiram mudanças, aspiram modificações. Os velhos móveis se destacam em meio ao novo ambiente, sugerindo a novidade da vida. Ilumina e bem, penetrando nesta nova casa o candente sol do Alto Sertão; iluminam-se os meus pensamentos nessa readaptação, quiçá reafirmação dos meus reais propósitos. Que lugar é este meu, que ainda não me pertence – ou me pertence, mas não é o meu lugar?
A resposta cabe ao meu Deus, que hoje agradeço por Sua proteção e providência; por ter separado o caminho enquanto eu ainda escolhia os passos.




Eis que tudo se fez novo.

sábado, 9 de abril de 2011

Le paradis

“Um pequeno canto de um guarda-chuva
Contra a um canto do paraíso
Ela tinha alguma coisa de um anjo
Um pequeno canto do paraíso
Contra a um canto de guarda-chuva
Eu não notei a diferença, perdi.”



trecho da tradução de
Le parapluie, Yann Tiersen e Carla Bruni

quarta-feira, 6 de abril de 2011

domingo, 3 de abril de 2011

A fábrica do poema

Adriana Calcanhoto


Sonho o poema de arquitetura ideal
cuja própria nata de cimento
encaixa palavra por palavra, tornei-me perito em extrair
faíscas das britas e leite das pedras.
acordo!
e o poema todo se esfarrapa, fiapo por fiapo.
acordo!
o prédio, pedra e cal, esvoaça
como um leve papel solto à mercê do vendo e evola-se,
cinza de um corpo esvaído de qualquer sentido
acordo, e o peoma-miragem se desfaz
desconstruído como se nunca houvera sido.
acordo! os olhos chumbados pelo mingau das almas
e os ouvidos moucos,
assim é que saio dos sucessivos sonos:
vão-se os anéis de fumo de ópio
e ficam-me os dedos estarrecidos.
metonímias, aliterações, metáforas, oxímoros
sumidos no sorvedouro.
não deve adiantar grande coisa permanecer à espreita
no topo fantasma da torre de vigia
nem a simulação de se afundar no sono.
nem dormir deveras.
pois a questão-chave é:
sob que máscara retornará o recalcado?



quinta-feira, 31 de março de 2011

Das significações

Professor: Aquele que ministra uma ciência, arte, técnica ou outro conhecimento;

Emoção: Uma experiência subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivação. A palavra em inglês 'emotion' deriva do francês émouvoir.

Emocionar-se ao ser chamado de professor pela primeira vez: Não tem preço.

sábado, 19 de março de 2011

Modernidade em tinta e prosa

Eu vejo a vida melhor no futuro. Eu vejo isso por cima de um muro de hipocrisia que insiste em nos rodear; eu vejo a vida mais clara e farta, repleta de toda satisfação que se tem direito - do firmamento ao chão. Eu quero crer no amor numa boa: Que isso valha pra qualquer pessoa que realizar a força que tem uma paixão. Eu vejo um novo começo de era, de gente fina, elegante e sincera, com habilidade pra dizer mais sim do que não. Hoje o tempo voa, amor. Escorre pelas mãos, mesmo sem se sentir. Não há tempo que volte, amor, vamos viver tudo que há pra viver! Vamos nos permitir?

(Tempos Modernos - Lulu Santos)

A Liberdade Guiando o Povo, Eugène Delacroix.

domingo, 6 de março de 2011

18 Melhores frases de House


House M.D., da Universal Channel, é uma série de investigação onde o vilão é uma doença e o herói é um médico polêmico, irreverente e anti-social. O genioso Dr. Gregory House formou uma excelente equipe, escolhendo os melhores médicos, de acordo com seus critérios pessoais e duvidosos, para diagnosticar doenças em casos misteriosos e já desacreditados.

1 - “Bad news: Love can’t save you.” - Más notícias: O amor não pode lhe salvar.

2 - “It´s not Lupus. It’s never Lupus.” – Não é Lupus. Nunca é Lupus.

3 - “That’s absurd. I love it.” – Isso é um absurdo. Eu amei.

4 – “Cuddy: You have 24 hours to save the patient.
House: Who do you think I am, Jack Bauer?”
Cuddy: Você tem 24h para salvar o paciente.
House: Quem você acha que eu sou, Jack Bauer?

5 – “Everybody lies. It's a basic truth of the human condition that everybody lies. The only variable is about what."
 Todo mundo mente. É uma verdade da condição de ser humano, que todos mentem. A única variável é sobre o quê.

6 - "Lies are like children. Hard work, but worth it because the future depends on it." - Mentiras são como as crianças: apesar de inconvenientes, o futuro depende delas.

7 - "I like you better now that you're dying." - Eu gosto mais de você agora que está morrendo.

8 - "Perseverance does not equal worthiness." - Perseverança não é igual a merecimento.

9 – “Nun: Sister Augustine believes in things that aren't real.
House: I thought that was a job requirement for you people."
Freira: Irmã Augustine acredita em coisas que não são reais.
House: Eu achei que isso fosse pré-requisito para vocês.

10 – “Rules are only useful guides for idiots who can not decide.” – Regras são apenas guias úteis para idiotas que não conseguem se decidir.

11 – Patient: “Are you a doctor?” House: Well… “This looks like a stethoscope?”
Paciente: Você é médico?
House: Bem… Isto parece um estetoscópio?!

12 – “Patient: I do not think it's leprosy.
House: Yeah, you're right ...
Then they invented Google, for graduating in medicine, is not it?
Paciente: Eu não acho que é lepra.
House: É, você tem razão... Depois que inventaram o Google, para que se formar em Medicina, não é mesmo?

13 - Foreman, Chase and Cameron will tell the House about the condition of the patient. Cameron: "We are a hemorrhage."
House: "The three of you?"
Foreman, Chase e Cameron vão avisar a House sobre o estado do paciente.
Cameron: "Temos uma hemorragia."
House: "Vocês três?"

14 – “I love the smell of pus in the morning, smells like a. .. Victory.” -  Adoro cheiro de pus pela manhã, cheira a... Vitória.

15 - "It's seven o'clock in the morning. Somebody better be dead this time to call me." - São sete horas da manhã. É melhor alguém ter morrido para me ligar essa hora.

16 - "Cuddy:How is he?
House: Dead!
Cuddy: Oh, my God!
House: Just kidding, kust a few days."
Cuddy: Como ele está?
House: Morto!
Cuddy: Ai, meu Deus!
House: Brincadeira, só daqui alguns dias.

17 – It is still forbidden to live in an autopsy?!” – Ainda é proibido fazer autópsia em vivos?!

18 - "Do you prefer a doctor who ignores you while you get better, or one that is nice while you die?" - "Você prefere um médico que te ignore enquanto você melhora, ou um que seja simpático enquanto você morre?"

quinta-feira, 3 de março de 2011

O que a Bahia tem


Mais que axés, afoxés e orixás
Que carnavais, trios e abadás
Muito mais que praias, Chapada e Pelourinho
Bahia, meu amor, meu carinho
És mais ainda do que dizem
É a minha terra, o meu orgulho
O meu lugar, o meu chão
A minha mãe de criação
Berço de Caymmi, Amado e Castro Alves
Gal, Bethânia e Raul Seixas
De Gil, João Gilberto e Caetano
Antônio C. Magalhães, Teixeira de Freitas
Mercury, Sangalo e até Waldick Soriano
O meu lar é a Terra de Todos os Santos
A casa da cultura e dos amores tantos
Onde troco o “visse” pelo “oxente”
Mas, principalmente
É onde eu peço a benção aos meus pais
... Pessoalmente.